"O marido ou companheiro vai desempenhar um papel importante, tanto para as atividades práticas - como ajudar a gestante a se levantar quando a barriga começa a crescer -, quanto para questões de ordem emocional. É muito comum haver variações de humor, além de dúvidas, medos e preocupações", explica a ginecologista. "A presença do pai oferece conforto. Passa para a mulher o sentimento de ela não está sozinha", completa.
Além da participação durante o período gestacional, ele pode acompanhar o parto do bebê. "A presença do pai na hora do parto é crucial. A mulher se sente mais tranquila e, muitas vezes, eles fazem massagens e carinhos que, de certa forma, aliviam as dores do parto", afirma Carolina.
Os pais modernos
A participação dos pais tem sido bastante ativa, opina a médica. Na maioria dos casos, o pai é tão participativo quanto a mãe. "As condições em que a criança foi concebida fazem diferença. Mas, normalmente, as gestações desejadas e planejadas tendem a ter presença paterna durante os nove meses", diz a obstetra. "Além disso, hoje em dias, os homens têm uma visão diferente do que a que observávamos no passado, quando a gestação era considerada apenas da mãe. Cada vez mais, nos deparamos com pais frequentando as consultas de pré-natal e, em alguns momentos, com mais dúvidas do que a própria gestante."
A preocupação com a saúde do bebê e da mulher é a principal marca dos pais, conta Carolina. Eles querem saber o motivo, como é feito e quais os riscos de cada procedimento ou medicamento que é indicado para a gestante. Segundo a médica, outra característica dos homens participativos é a discussão sobre as modalidades de parto - o que será mais adequado para a sua companheira - e qual deve ser o papel dele no momento do nascimento.
Fonte:terra
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