Segundo a publicação, esse é o primeiro estudo que procura entender quais os reais impactos do contraceptivo no cérebro. Para chegar aos resultados, foram tiradas imagens em alta resolução do cérebro de 14 homens e 28 mulheres (das quais, metade tomava a droga). Diversas regiões do cérebro das mulheres que estavam tomando pílula eram maiores quando comparadas às que não tomavam o contraceptivo.
O aumento da massa cerebral, no entanto, não tem relação com o tipo de pílula ou com o tempo de uso da medicação. Apesar de ter um efeito maior em áreas do cérebro que já são mais desenvolvidas na mulher do que no homem, a droga quase não tem reação nas regiões dominantemente masculinas, como aquelas associadas à noção geográfica e espacial.
Reações – A pesquisa ainda não conseguiu responder uma pergunta chave para entender como exatamente o contraceptivo reage no cérebro feminino. Segundo Belinda, uma teoria levantada é que o estrogênio e a progesterona, hormônios usados para impedir a ovulação, fortaleçam as ligações entre as células nervosas do cérebro. Não se sabe também se as partes afetadas voltam ao seu tamanho natural quando a ingestão da pílula é cortada.
Fonte: melhoramiga
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