domingo, 29 de setembro de 2013

A cada 4 homens da Ásia, um já cometeu estupro, diz pesquisa


São Paulo – Um estudo feito pelo jornal médico Lancet Global Health em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU) traz dados assustadores: 10% dos homens de seis países da Ásia e Pacífico admitem terem estuprado uma mulher que não era sua namorada ou esposa. Se as parceiras são consideradas, então 25% dos homens já cometeram estupro.

Os pesquisadores falaram com mais de dez mil homensem Bangladesh, Camboja, China, Indonésia, Papua Nova Guiné e Sri Lanka. Os entrevistadores eram homens e não chegaram a usar a palavra “estupro”, mas questionaram se os entrevistados em algum momento “forçaram uma mulher a fazer sexo”.
Papua Nova Guiné tem os números mais assustadores. Na ilha, que fica a poucos quilômetros do norte da Austrália, 60,7% dos entrevistados declararam já terem estuprado uma mulher (conhecida ou desconhecida). 
A cultura de misoginia influencia os homens a cometerem os crimes ainda na juventude: 57,5% deles estupraram pela primeira vez antes dos 20 anos. As razões mais comuns para o último estupro de mulher que não era namorada ou esposa? Setenta e três por cento dos homens responderam que se sentiam no “direito” por serem do gênero masculino. Quase 60% buscavam diversão, 38% queriam punir as mulheres e 27% cometeram o estupro depois de terem consumido bebidas alcóolicas. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Pessoas Feministas são mais Felizes no Amor

Psicólogos da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, conversaram com mais de 500 pessoas (homens e mulheres) para descobrir a relação entre feminismo e felicidade no amor. Entre eles, 242 ainda faziam faculdade, enquanto outros 289 eram um pouco mais velhos – média de 26 anos –, e namoravam há mais de 4 anos. Os pesquisadores perguntaram a eles se simpatizavam com algumas ideias feministas, aprovavam mulheres que se dedicam à carreira e se o atual parceiro era machista ou não. Também contaram sobre a qualidade e estabilidade do namoro e satisfação sexual.
E os feministas levaram a melhor em vários pontos. A vida sexual deles era muito mais saudável: eles se diziam mais felizes com sexo do que os casais com um pézinho no machismo. Além disso, os relacionamentos se mostravam muito mais estáveis. E isso valia para homens e mulheres feministas. De forma geral, pessoas favoráveis à igualdade entre os gêneros constroem namoros mais felizes do que os casais machistas.
Os pesquisadores ainda não descobriram por que o feminismo pode melhorar os relacionamentos. Mas desconfiam de alguns motivos. Por exemplo, homens feministas apoiam e entendem melhor suas namoradas. E quando se juntam a mulheres também feministas se livram da pressão de bancar todas as despesas do casal. Bem melhor assim.

Fonte: abril

Homem casado é preso fazendo sexo com rapaz

Sem Mais


100 Palavras para Pênis

Solidariedade

domingo, 21 de outubro de 2012

Redes sociais são mais tentadoras que sexo, afirma estudo



As redes sociais são mais tentadoras que sexo. É isso que afirma uma pesquisa conduzida pela Escola de Negócios da Universidade de Chicago, que ainda concluiu que o Facebook e oTwitter, por exemplo, são mais viciantes do que o cigarro.

O estudo analisou 250 pessoas na Alemanha, que deveriam usar seu smartphone Blackberry para mandar uma mensagem durante 7 vezes ao dia, distribuídos em 14 horas, contando o maior desejo no momento ou nos últimos 30 minutos. As respostas mais populares foram interações nas redes sociais, como postar fotos, fazer comentários e ficar observando o que outras pessoas estão fazendo no momento.

A Verdade Por Trás do Prazer Feminino


Sempre houve um mal entendido quando se trata do prazer feminino. Vindo de uma sociedade patriarcal, que colocava os desejos dos homens em primeiro lugar, não é de se espantar que, ainda nos dias de hoje, o prazer da mulher seja subestimado e muito mal interpretado.

Porque toda mulher é Deusa. Elas demoram muito mais pra aquecer mas, quando estão prontas, não há limites. Os homens são diferentes –  pegam fogo rapidinho mas seus recursos são limitados. Devido o esforço necessário para produzir esperma, manter a ereção, e provar que se é macho, os homens tendem a desabar depois da ejaculação. A virada pro lado seguida do ronco não é indiferença – é exaustão mesmo. Talvez por isso seja tão difícil para eles entender que as mulheres funcionam de uma forma oposta.

Estudiosos da sexualidade falam de ponto G, ponto A, ponto U mas o fato é que o grande ponto capaz de tirar a mulher da realidade e levá-la para os labirintos do prazer está em outro lugar – na mente. A mulher se excita pela mente. A mulher goza pela mente. O parceiro é um facilitador do prazer, mas o grande responsável pelo aquecimento feminino é o cérebro. Por isso mulheres gostam tanto de tudo aquilo que vem antes da penetração: massagem nos pés, beijinho no cangote, língua passeando pelo corpo, safadezas ao pé do ouvido, mordidinhas no pescoço, beijo na boca, entre outros. Todas essas peças que soltas parecem brincadeira de adolescente na verdade são o combustível do tesão, justamente porque ativam pontos na mente da mulher. Isso tudo vai causando um aumento da temperatura corporal, aceleração dos batimentos cardíacos, tensão nos músculos e a desejada lubrificação que sinaliza que, a partir dali, a mulher está preparada. Há inclusive estudos que mostram que em 80% das vezes o homem penetra a mulher antes que ela esteja pronta. Naturalmente, assim o sexo perde muito do seu potencial.

E Aí, Comeu? – A Complexa Maneira Masculina de Falar Sobre Sexo Com os Amigos


Uma coisa que sempre me intrigou foi a capacidade masculina de discorrer horas sobre assuntos limitados – tipo futebol – e se calarem diante de assuntos tão interessantes a todo ser vivo, como o sexo. Outro dia sentada numa roda de velhos amigos machos, observei o complexo processo das confidências sexuais masculinas desde o princípio. O sujeito tinha saído com uma colega do trabalho desejada por 98,9% do resto do time. O caso demorou a se desenrolar até os finalmente e os amigos acompanharam de leve a novela. Digo de leve porque, num universo feminino, o sujeito teria sido bombardeado com perguntas e opiniões a cerca do desenrolar da história. Eu ali, na expectativa de ouvir relatos detalhados de uma experiência sexual vindo da boca de um homem, mais uma vez me frustrei. Eis a transcrição da conversa profunda que rolou:
[amigos] - Tá com cara de felizão. E aí, comeu?

[o sujeito] – Comi, cara.

[amigos] – E aí?

[o sujeito] – Gostosa pra caralho.

[amigos] – Da hora. Viu aquele carro novo que a Ford acabou de lançar?

Oi?

Conselho aos Desesperados Por um Par: Continuem Sozinhos

A vida é realmente muito melhor com companhia. Mas, aqui vem a regra de ouro – tem que ser com a companhia certa. O mundo está cheio de gente desesperada para namorar, casar, noivar, ou para conseguir um cobertor de orelha qualquer que o aqueça neste inverno. E está cheio de gente frustrada, reclamando aos quatro ventos que não serve para essa coisa de relacionamentos.
Bem se vê que não serve mesmo, já que saiu por aí escolhendo qualquer um. Aí vai uma dica. A modernidade trouxe um montão de coisas bacanas para gente. Eu não saio de casa sem meu celular, consigo encontrar qualquer endereço fazendo uso de um GPS, e falo com amigos em outro continente sem pagar nada em ligações pela internet. Mas eu diria que, no mundo dos relacionamentos, o grande avanço da modernidade foi a tal da ficada.

Quando eu tinha lá pelos 12 anos, surgiu essa coisa nova chamada Ficar. Pais tremiam na base, professores não sabiam o que era direito e, na dúvida, era melhor não incentivar. Mas que grande ganho para a humanidade! A partir daquele momento, o namoro não era mais o momento em que você conhecia uma pessoa para ver se ela servia ou não. Até porque, apresentar para os pais, os amigos, para os contatos do Facebook, sem nem saber direito se a pessoa vale a pena ou não? Hoje parece estranho, mas era o normal da época em que namoro era dar as mãos no sofá com a supervisão do pai na sala de estar da casa dela.

Agora, a vida não é mais tão complicada assim. Na maioria das vezes, a palavra namoro só aparece tempos depois do primeiro beijo. Por isso que eu não entendo quanta gente abre seu coração, entrega a vida, namora e faz planos, com quem não merece. E pior: com quem é descaradamente a pessoa errada para o indivíduo confuso em questão. Todo mundo aqui já passou pela situação de conhecer o namorado/namorada do amigo e pensar na hora: Mas como esses dois foram achar que combinam? Pois é culpa daquele velho desespero.
Na nossa sociedade, aquela mesma que promoveu o Ficar lá atrás, ser sozinho é sinônimo de ser fracassado. Chega aquele churrasco de comemoração de dez anos do seu colegial. Imagine a cena: todos os seus amigos casados, metade deles com filhos, carreiras brilhantes, tudo definido e você sozinho? Soa mal, soa bem mal. Mas não tem que ser assim. Afinal de contas, sua vida é pra você, e, como diziam nossas mães, ninguém paga suas contas.